
Sem punição
O jovem corintiano que confessou ter disparado o sinalizador que teria matado Kevin Espada não será punido. O processo instaurado no Brasil para apurar sua participação no caso foi arquivado, já que a Justiça boliviana abriu uma investigação com o mesmo teor. Mesmo se for condenado na Bolívia, o adolescente não será extraditado para cumprir a pena. "A Constituição veda", diz Thales de Oliveira, promotor do caso no Brasil.
Ou lá ou cá. O processo foi arquivado no Brasil porque o jovem não pode responder pelo mesmo crime em duas ações distintas.
Preservado. "É 99% de chance [de o adolescente não ser punido]. A única possibilidade é ele se apresentar na Bolívia para cumprir a pena", completa Thales. No entanto, a defesa do jovem não cogita essa hipótese. O promotor explica que arquivou o processo de investigação porque o garoto não pode responder a duas ações iguais.
Pessoal. "Se dependesse da minha vontade, a maioridade seria de 16 anos. E se ele fosse punido na Bolívia, poderia cumprir a pena no Brasil, mas a Constituição não permite", completa Thales.
A coluna Painel FC, publicada de segunda a sábado na versão impressa de 'Esporte', é editada pelo jornalista Bernardo Itri. Traz notícias dos bastidores dos esportes, principalmente do futebol.
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